Estacionamento terá dez minutos de tolerância no centro platinense

Mas só após assinatura do contrato com a prefeitura

O presidente da Associação Comercial e Empresarial, Nelson de Camargo, o diretor do Departamento Municipal de Trânsito, Bruno Chagas, o Assessor Jurídico Mateus Faeda Pellizzari, os diretores-executivos da  G2, de Cornélio Procópio, Jones Alves e Gilberto Guidorizzi, empresa que venceu a concorrência gerir o Estacionamento Rotativo, se reuniram no final de semana, no Centro de Eventos de Santo Antônio da Platina.

Presentes também o presidente do Legislativo, José Jaime Mineiro, e os vereadores Luciano Vermelho, Rudinei Esteves, Fran, Edson Muniz Bochecha e Flavinho Mayorki.

O objetivo foi aparar mais arestas e buscar atender reivindicações da população, sob cuja ótica existem detalhes que podem melhorar a chamada Zona Azul, implantada há poucas semanas e que tem gerado controvérsias.

Na ocasião, os donos da empresa anunciaram que haverá dez minutos de tolerância, “quando o monitor chegar, o usuário terá dez minutos”, garantiram, mas somente após assinatura do contrato com a prefeitura.

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O vereador Luciano de Almeida Moraes Vermelho teve destaque na reunião e defendeu uma maior flexibilização na questão.

São 1.800 vagas, 225 placas de sinalização e 36 monitores trabalhando atualmente(o rodízio de trabalhadores é grande nesse tipo de atividade). A municipalização com a consequente licitação  previu que 41.27% do que é arrecado será destinado aos cofres públicos.

As maiores queixas foram a cobrança antecipada de 20 reais de estacionamento, denominadas pós-uso (R$ 2 para a empresa), a falta de monitores nas ruas (os chamados amarelinhos),  as multas no valor de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH devido ao ato de estacionar em desacordo com as normas de estacionamento, previstas no Artigo 181 inciso XVII do Código de Transito Brasileiro. Esse valor não fica com a G2.

Unânime e consensual foram o apoio e a concordância na implantação da regulamentação do estacionamento, tanto que o projeto foi aprovado e sancionada e era pedido pela comunidade local. As dificuldades práticas são que quaisquer alterações significativas podem esbarrar em imposições legais que as limitam ou proíbem, como provável renúncia fiscal da administração municipal, por exemplo.

Fotos: Vinícius Machado/Especial para o npdiario

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