Encerrada em SAP investigação sobre assassinato de um mototaxista (vídeo)

Crime aconteceu em Santo Antônio da Platina

A Polícia Civil finalizou as investigações do homicídio ocorrido na madrugada do dia 16/05/2022, no Jardim Bela Vista, Santo Antônio da Platina, quando PMs foram acionados para atender ocorrência de vítima encontrada morta com sinais de disparos de arma de fogo.

As diligências de investigação se iniciaram no local e já na parte da manhã do dia 16 de maio foi identificado o autor do crime, um homem de 33 anos e também mototaxista.

Amilton Marcolino da Silva morreu na hora. O projétil da arma de fogo estava ao lado do corpo, perto de uma empresa de entrega de gás e da Arroz Dilma, na rua Inglaterra, Bela Vista II, às margens da PR-439, em Santo Antônio da Platina (fotos).

A sua Honda vermelha encontrada abandonada próximo ao corpo.

Uma vizinha acionou o corpo de bombeiros porque ouviu por volta das 04h30m um barulho parecido com uma bombinha. Quando a Polícia Militar chegou, o rapaz já estava morto.

Ele era conhecido também por Índio, não tinha passagens, era casado, tinha uma filha e residia com a família no povoado rural Platina.

A vítima trabalhou durante três anos no Mototáxi Pontual e uma semana estava no Rapidão.

No mesmo dia, no período da tarde, o suspeito do crime compareceu espontaneamente na delegacia acompanhado de advogado e deu sua versão dos fatos, argumentando que a inimizade com a vítima começou uma semana antes quando brigaram por conta de uma corrida no ponto de táxi onde trabalhavam e ambos foram demitidos e a partir daí começaram as ameaças de morte e a vítima passou a lhe procurar em seu novo local de trabalho, razão pela qual comprou uma arma de fogo e no dia dos fatos, ao ver a vítima e outro rapaz o esperando, efetuou os disparos afirmando que a vítima sacou um revólver e novamente o ameaçou de morte, alegando então que reagiu em legítima defesa.

 

Contudo, a investigação da Polícia Civil apontou que a versão do suspeito não correspondia com a verdade e apresentava várias inconsistências, sendo a principal evidenciada quando foram obtidas imagens demonstrando que o autor perseguiu a vítima com uma motocicleta, a qual não estava armada e estava fugindo, e efetuou dois disparos de arma de fogo à queima-roupa, situação distante de configurar legítima defesa.

O delegado Rafael Guimarães (foto abaixo) indiciou o suspeito pela prática do crime de homicídio qualificado por motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima (artigo 121, §2º, incisos II e IV, do Código Penal), cuja pena é de reclusão de 12 a 30 anos.

Também foi representado pelo delegado pela prisão preventiva do suspeito, a qual teve concordância do Ministério Público, porém foi indeferida pelo Poder Judiciário sob o fundamento de que o suspeito se apresentou espontaneamente e está colaborando com a Justiça.

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