Definidos colégios cívico-militares do Norte Pioneiro; só 2 votaram contra

Um de Jacarezinho e outro de Ibaiti preferiram não aceitar mudança

Do Núcleo Regional de Educação de Cornélio Procópio todos os colégios sugeridos aceitaram. O núcleo procopense atende 19 municípios: Assaí, Bandeirantes, Congonhinhas, Cornélio Procópio, Itambaracá, Jataizinho, Leópolis, Nova América da Colina, Nova Fátima, Nova Santa Bárbara, Rancho Alegre, Santa Amélia, Santa Cecília do Pavão, Santa Mariana, Santo Antônio do Paraíso, São Jerônimo da Serra, São Sebastião da Amoreira, Sertaneja e Uraí.

Terão migração sete estabelecimentos de ensino de seis municípios: Bandeirantes, Cornélio Procópio, Jataizinho, São Sebastião da Amoreira, São Jerônimo de Serra e Uraí.

Do Núcleo Regional de Educação de Jacarezinho, apenas um votou contra: Colégio Estadual Anésio de Almeida Leite (foto abaixo). Fica na rua Fernando Botarelli, 100, bairro Aeroporto.

De Ibaiti, o Colégio Antônio Martins Melo também votou Não.

De Santo Antônio da Platina: Colégio Estadual Edith S. Prado de Oliveira (foto principal). Não deu quórum ainda, faltam 80 assinaturas. Têm muitos alunos, acima de 800 e tem que ter no total 50% mais 1 e a maioria dentro dos votos ser o SIM.
A votação continua até atingir o total de votos necessários.

 

Os estabelecimento de ensino já definidos são:

Jacarezinho
Colégio Estadual José Pavan.

Cambará

Colégio Estadual Angelina Ricci Vezozzo.

Carlópolis

Escola Estadual Hercília de Paula e Silva

Ribeirão Claro

Escola Estadual João da Rocha Chueiri

Ribeirão do Pinhal

Escola Estadual Ruth Martinez Correia

Santo Antônio da Platina

Escola Estadual Moralina Eleutério.

Siqueira Campos

CE Segismundo Antunes Neto.

Ibaiti
CE Júlio Farah e
CE Antônio Martins de Melo.

Em  Arapoti, Colégio João Paulo II  e Jaguariaíva, Colégio Anita Canet e Colégio Olavo Bilac, também houve adesão. Esses dois municípios fazem parte da região geopolítica dos Campos Gerais, mas integram o Núcleo de Educação de Wenceslau Braz.

 

 

No balanço parcial no Paraná nesta sexta-feira (30), quarto dia da consulta pública sobre a migração de escolas do sistema tradicional para o modelo cívico-militar, mostra que a alteração foi aprovada em 163 escolas onde o quórum de votação foi alcançado. Outras 54 escolas continuaram a votação na manhã deste sábado (31) e também após o feriado.

A estimativa da equipe da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte, que coordena a consulta, é que ainda neste final de semana mais 28 escolas, das 54 que ainda estão fazendo consulta, possam atingir o quórum. As demais terão um tempo maior para finalizar o processo na próxima semana. O balanço aponta que mais de 90 mil pais, estudantes, funcionários de escola e professores já registraram a opinião sobre a proposta de alterar o modelo de escolas. No total, 217 instituições de ensino, em 117 municípios do Paraná, estavam com processo de consulta pública aberto para que a comunidade escolar vote.

A votação continuou neste sábado, das 8 às 12 horas, nas escolas em que o quórum absoluto não tenha sido alcançado ainda. E retoma depois do feriado, com horário das 8h às 20h. O projeto, que criou o modelo Cívico-Militar e a consulta pública, permite a extensão da votação até atingir o quórum necessário.

Leia também a primeira notícia sobre a mudança : https://npdiario.com/educacao/onze-colegios-de-oito-cidades-do-norte-pioneiro-serao-civico-militares-video/

APROVAÇÃO – Para que a implementação seja efetivada, é preciso que mais de 50% das pessoas aptas a votar na escola participem da consulta e que a maioria simples dos votantes (50% e mais um voto) seja favorável ao programa — o maior do país na área, com investimento de cerca de R$ 80 milhões, direcionado a 129 mil alunos. Nos colégios onde a migração for aprovada, haverá implementação da modalidade cívico-militar em 2021.

As escolas contarão com aulas adicionais de Português, Matemática e Civismo, permitindo aos estudantes que aprendam sobre leis, Constituição Federal, papel dos três poderes, ética, respeito e cidadania. No Ensino Médio, haverá, ainda, a adição da disciplina de Educação Financeira.

Além de questões curriculares, outra mudança trazida pela nova modalidade de ensino — que será aplicada em escolas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e no Ensino Médio — é a gestão compartilhada entre civis e militares.

O diretor-geral e o diretor-auxiliar permanecem sendo civis e as aulas continuam sendo ministradas por professores da rede estadual, enquanto o diretor cívico-militar será responsável pela infraestrutura, patrimônio, finanças, segurança, disciplina e atividades cívico-militares. Haverá, também, de dois a quatro monitores militares, conforme o tamanho da escola.

 

 

 

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