Chuvas fortes não prejudicam lavouras do Norte Pioneiro

Pastagens e estrada rurais não tiveram prejuízos

 

O Departamento de Economia Rural (Deral), do Núcleo Regional de Jacarezinho da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), garantiu, nesta sexta-feira, dia 21, que as recentes chuvas não prejudicaram pastagens e nem quaisquer lavouras da área de abrangência.

Após uma semana de pesquisas em campo, o chefe do núcleo, Fernando Emmanuel (foto abaixo), assinalou que, ao contrário de outras regiões, como a de Cascavel, por exemplo,  bastante danificada,  o NP

Com área estimada em torno de 173 mil hectares e previsão de colheita em torno de 675 mil toneladas, as lavouras de soja – no Norte Pioneiro – se encontram com 90% em boas condições e 10% em condições médias.
No que se refere às fases, cerca de 75 % das lavouras encontram-se em desenvolvimento e 59% em floração.
Cotação da saca de soja hoje em torno de R$ 154,00.

A área de milho primeira safra com cerca de 17 mil hectares plantados tem estimativa de colheita em torno de 82 mil toneladas, com aproximadamente 98% do cereal em situação ótima e 2% em condições medianas.

Com relação às fases cerca de 60% das plantações encontram-se em Desenvolvimento Vegetativo, 65% na fase de floração e 15% na fase de frutificação.
A saca do milho hoje está sendo comercializada em torno de R$ 81,00.

O volume de grãos produzidos pelo Paraná na safra de verão 2021/2022 deve chegar a 25,61 milhões de toneladas em uma área de 6,2 m Caso a expectativa se confirme, a produção será 10% milhões de hectares, segundo relatório mensal do Departamento de Economia Rural (Deral), superior à do ciclo 2020/21, em uma área 1% maior.

Também  foi divulgado neste final de semana,  o Prognóstico Agropecuário. A publicação tem periodicidade semestral, com análise técnica de culturas agrícolas e atividades de pecuária desenvolvidas no Paraná.

Alguns estudos começaram a ser elaborados em 2009. Eles fazem parte da série histórica que pode ser consultada no site da Seab. A partir desta edição, o documento passa a ter o registro ISSN. O International Standard Serial Number garante visibilidade qualificada ao periódico, facilitando a busca em bases catalográficas e de bibliotecas

A nova edição traz análise de sete produtos: mandioca, fumo, feijão, olericultura, soja, erva-mate e sericicultura. Os analistas do Deral contextualizam cada uma das culturas no panorama nacional e estadual, reforçando, sobretudo, a importância para a economia do Paraná e para a geração de renda nas famílias.

Também é apresentado um quadro da área que cada uma ocupa no Estado, a produção e eventual exportação ou participação no Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária. As projeções têm como base os levantamentos para se estimar a safra 2021/22, realizados pelos técnicos que estão em todas as regiões do Estado.

CULTURAS – Sobre a mandioca, por exemplo, o estudo destaca que o Paraná é o segundo produtor nacional, perdendo apenas para o Pará. Na presente safra, a área ocupada com mandioca é de 143 mil hectares e a produção prevista de 3,3 milhões de toneladas. Da produção estadual, estima-se que 70% seja destinado às fábricas de fécula, farinha e polvilho azedo. A distribuição espacial concentra-se nos Núcleos Regionais de Umuarama, 35%; Paranavaí, 29%; Campo Mourão, 9%; e Toledo, 6%.

O feijão é outra cultura que ocupa lugar de destaque na agricultura paranaense. O cultivo da leguminosa é a principal alternativa para pequenos e médios estabelecimentos, e apresenta a característica de grande demandadora de mão de obra tanto familiar como contratada. O produto tem um papel importante na economia paranaense como gerador de emprego e renda. A produção está distribuída ao longo de três safras e 426 mil hectares de área.

Em 2020, o Paraná obteve um valor de R$ 4,2 bilhões em produtos florestais. Deste total, R$ 3,4 bilhões em produtos madeiráveis (serraria, papel e celulose, placas e painéis) e R$ 855 milhões em produtos não madeiráveis (mate, pinhão e palmito). A erva-mate foi responsável por 18% de participação nos produtos florestais, com um valor de R$ 753 milhões em 2020, aumento de 15% em relação ao ano anterior. A produção de erva-mate está presente em 139 municípios, sendo a região Sul a principal produtora.

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