Morte por microcefalia assusta toda a população

Uma criança cambaraense morreu no início desta semana causada por microcefalia e ascendeu o alerta sobre a ligação do óbito com vírus Zika, transmitido pelo mosquito aedes aegypti._x000D_
É o que informou Leiva Amadei, diretora chefe do setor de Epidemiologia de Cambará. Leiva foi entrevistada no programa Circulando na manhã desta quarta-feira (09) pela 104,9FM e confirmou a morte. Num pronunciamento emocionado, contou que a cidade está repleta de vetores do mosquito aedes aegypti, responsável pela a transmissão dos vírus da dengue, chikungunya, febre amarela e o zika._x000D_
Leiva informou que o Laboratório Central do Estado – LACEN está examinando o caso e até o momento nada está descartado._x000D_
A Diretora chefe do setor de epidemiologia local informou, também, que o aedes aegypti está ficando fora de controle na cidade e fez um apelo dramático para que as pessoas se conscientizem sobre a problemática._x000D_
“Cambará está na eminência de viver o maior surto de dengue da sua história, com risco, inclusive de haver mortes, se nada foi feito” contou._x000D_
Leiva informou que as autoridades municipais estão em alerta máximo e diversas ações estão sendo realizadas para minimizar os riscos._x000D_
Dentre às medidas adotadas, a prefeitura está realizando mutirões de limpezas nos bairros de maiores riscos, porém, Leiva alerta que se a população não se mobilizar, pode ser um trabalho em vão._x000D_
“Se a população não se conscientizar e fizer a vistoria diária em seus quintais, se não colaborarem com a equipe de endemia e deixarem que façam a vistoria minuciosa em suas casas, se os donos de terrenos não efetuarem a limpeza adequada, todo o trabalho cairá por terra” alegou._x000D_
Já foram contabilizados, somente no mês de dezembro, mais de 15 casos confirmados de dengue e outros 30 estão sob suspeita. O vírus se alastra rapidamente. “O aedes aegypti está mais resistente nesta temporada, o que dificulta ainda mais o seu controle através de agentes químicos” explica Leiva, “não vejo outra alternativa para combatê-lo se não pela eliminação dos possíveis criadouros” acrescenta, “Temos que pegá-los no ninho” finalizou._x000D_
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abcs

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