Musicoterapia para autistas

E para outras síndromes também

A Comissão de Saúde Pública da Assembleia Legislativa aprovou nesta terça-feira, 20, projeto do deputado Luiz Cláudio Romanelli (PSB) que prevê a criação de um programa para incentivar a musicoterapia no tratamento de pessoas com deficiências, síndromes ou transtorno do espectro autista. A proposta segue para análise para votação no plenário do legislativo.

O parlamentar explica que há evidências científicas sobre a eficácia da musicoterapia, especialmente para o tratamento de pessoas com autismo, deficiência, transtornos mentais, pessoas que sofreram acidente vascular, idosos com mal Alzheimer, entre outras síndromes.

 

“É inegável que a música amplia o potencial de interação das pessoas, e a musicoterapia vem provando, por meio de resultados efetivos, ser um importante procedimento terapêutico”, afirma.

“O cérebro humano é estimulado pela música e por seus elementos. Mesmo em casos de acidentes vasculares, traumas ou perdas variadas da capacidade mental, o paciente é beneficiado pela musicoterapia”, acrescenta o deputado.

TEA No caso do Transtorno do Espectro Autista (TEA), a musicoterapia facilita a comunicação verbal e não verbal, o contato visul e tátil, o foco e a atenção, a criatividade, o desenvolvimento social e as relações inter e intrapessoal.  Benefícios que podem ser observados já nas primeiras sessões e que podem ser mantidos por toda a vida, de acordo com a individualidade de casa caso. “Há um enorme ganho e uma melhoria da qualidade de vida do autista e da família”, frisa Romanelli.

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