MP atesta transparência nos projetos do Provopar

A presidente do Provopar, Carlise Kwiatkowski, juntamente com conselheiros da instituição, reuniu-se recentemente com o procurador-geral da Justiça, Gilberto Giacoia, para prestar esclarecimento sobre denúncia anônima caluniosa que a instituição sofreu em 2015. Na oportunidade, o procurador reconheceu e atestou a transparência em todas as ações, projetos, campanhas e condutas administrativas do Provopar.
A denúncia encaminhada pela Promotoria do Patrimônio Público de Curitiba ao Ministério Público acusava irregularidades no Provopar, através da qual a secretária Fernanda Richa (Trabalho e Desenvolvimento Social) teria exigido R$ 2 milhões para publicação do decreto n.º 10.937, de 5/5/2014, de promoção de auditores fiscais. A denúncia anônima afirmava ainda que os supostos depósitos na conta do Provopar foram destinados à campanha política.
Diante da denúncia anônima e acusação, o Provopar Estadual imediatamente prestou todas as informações ao Ministério Público, apresentando documentos referentes à gestão 2011 a 2014, e comprovando sua credibilidade e transparência na conduta de sua administração e ações.
Para a diretoria do Provopar, os estragos causados por inverdades publicadas por um grupo de comunicação foi enorme. “A maldade deste grupo de comunicação ultrapassou os limites, causando danos morais e pessoais a todos que trabalham no Provopar Estadual e àqueles que necessitam de ajuda. Além disso, nossa imagem foi denegrida e perdemos muitos parceiros que nos ajudavam com frequência. Lamento que um veículo de comunicação como esse tenha a frieza de distorcer os fatos, sem considerar o atendimento às famílias em vulnerabilidade social, levando ao conhecimento de toda sociedade, apenas o que é de interesse deles”, disse a presidente do Provopar, Carlise Kwiatkowski, ao procurador-geral de Justiça, Gilberto Giacoia.
Em sua fala o procurador-geral de Justiça, Gilberto Giacoia, reconheceu a integridade dos envolvidos no processo e a credibilidade do Provopar. “Manifesto o sentimento de absoluto respeito ao trabalho que instituição desenvolve em todo estado do Paraná, visto a exposição que tiveram em 2015. Quando se trata de maldade e má fé, essas denúncias acabam atingindo a todos, especialmente, os funcionários e suas famílias, os parceiros, as instituições e pessoas que recebem ajuda. A mídia é formadora de opinião e, muitas vezes, acaba distorcendo os fatos, disseminando inverdades e causando estragos enormes a imagem. O interesse, em diversas situações, é jogar a opinião pública contra quem trabalha com transparência. Lamento muito porque o Provopar Estadual foi vítima de calúnias e sofreu prejuízos por causa disso. Portanto, me coloco à disposição para auxiliá-los em novos projetos e parcerias.”
O procurador de Justiça e ex-secretário estadual de Segurança Pública, Cid Marcus Vasques, mostrou-se indignado com as inverdades contidas na denúncia anônima feita com o Provopar, e defendeu a instituição postando em seu perfil do facebook o seguinte texto: “Tive a honra de compor o quadro de conselheiros do Provopar nos anos de 2011 a 2012 e posso atestar a seriedade do trabalho de sua administração. O triste do episódio nos remete a uma frase cunhada por um dos personagens mais adjetos da história da humanidade: “Quanto maior a mentira, maior a chance de todos acreditarem nela” (Adolf Hitler). Mas muito pior que isso, a meu ver, é o trato irresponsável da informação mentirosa por quem tem o dever de apurá-la”.
Confira nos autos do Ministério Público, alguns trechos:
1- “Confrontada a narrativa da representação anônima com a documentação apresentada, especialmente com o “Resumo da Gestão 2011 a 2014” do PROVOPAR, autuado como apenso, nota-se que a ONG buscou, durante o período documentado pelos resumos de gestão, aprimorar os métodos de gestão e gerenciamento de recursos, visando diminuição de despesas e otimização dos resultados.”
2- “Além disso, há publicidade e transparência dos valores recebidos e dos gastos realizados, inclusive com a realização de auditorias externas.”
3- “Deve-se ser levado em conta também, que não foram apurados, por meio destas auditorias externas, quaisquer desvios de finalidade ou malversação dos valores captados pela entidade.”
4- “[…] Não se verifica, portanto, nenhum indicio de destinação incorreta dos recursos captados pela entidade na forma “caixa dois” de campanha política, conforme sugerido na representação anônima.”

Vale lembrar que o Provopar Estadual é uma entidade privada e independente financeiramente. Sobrevive, basicamente, de doações e está voltada a prestar assistência sociais as pessoas em situação de vulnerabilidade social, selecionadas pelos CRAS (Centro de Referência de Assistência Social, em cadastro único voltado a promoção de programas sociais no âmbito federal, estadual e municipal.

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