Chuvas deixaram estragos

De novembro do ano passado a fevereiro deste ano as chuvas foram contínuas e muitas vezes intensas no quesito volume de água em curto espaço de tempo evidenciando que o sistema de sucção do composto químico cuja fórmula é H2O é deficitário em muitas localidades motivado por uma série de fatores, dentre os quais, a falta de espaço para que seja absorvido, daí, a importância de galerias de águas pluviais em bom estado, bueiros limpos, alargamentos de rios necessários conforme a realidade de cada localidade.

Não bastasse tudo isso, as chuvas têm danificado pavimentações asfálticas, criando muitos buracos pelas cidades e, no caso de Santo Antônio da Platina, não é diferente, inclusive com danificações muito sérias também na zona rural com estradas comprometidas, erosões foram causadas nas cabeceiras das pontes e, com isso, o grande desafio do departamento de obras em suprir esta necessidade de recuperação das vias urbanas e perímetros rurais.
A secretária municipal de Obras e Serviços Rurais, Marlene da Silva Barreto, está enfrentando dificuldades também pela falta de mão de obra disponível, já que é de conhecimento de muita gente que, hoje, aquele setor tem um pedreiro e quatro ajudantes que se desdobram para atender a grande demanda e, por mais que se tenha comprometimento e vontade, enfrenta dificuldades para atender as solicitações da população em geral e, com isso, causa incompreensão, porque as pessoas querem que o problema seja solucionado o mais rápido possível já que, todos, moradores da zona rural e da cidade, têm que manter em dia suas obrigações tributárias e, com isso, exigem atendimento e a solução para as deficiências enfrentadas principalmente reveladas com as chuvas que impedem o transporte escolar, deslocamento, danos em veículos etc.
Um exemplo é a situação do bairro rural dos Albanos onde uma cabeceira de ponte teve forte infiltração de água e a prancha das madeiras se deslocou porque houve movimentação acentuada de pedras e, moradores, tiveram que amarrar a estrutura com cabos de aço e pedem providências da prefeitura. A ponte mede cinco metros lineares e três metros de largura. O morador rural Almir Albano solicitou a presença da reportagem e disse que procurou o Departamento de Obras e a secretária esteve no local assim como o mestre de obras do referido departamento e disseram que iriam arrumar, porém, sem data definida o que aumentou a preocupação das famílias da localidade porque, uma próxima chuva pode não somente deslocar a prancha de madeira, mas destruí-la. À reportagem Marlene disse: “Temos conhecimento sim do problema da ponte dos Albanos e dos problemas que são muitos e não dá para atender todos ao mesmo tempo já que existe uma grande lista de pedidos fora os considerados de emergência, mas, estamos com os locais a serem atendidos todos agendados e, na medida do possível, vamos solucionando, inclusive estamos trabalhando nos sábado e mesmo assim não vencemos com equipes na cidade e na zona rural, mesmo pequena, mas fazendo o possível e impossível”, destacou ela que em recente sabatina na Câmara Municipal confirmou e, alguns vereadores alertaram para isso que, sem estrutura física dificilmente o Departamento de Obras irá atender de forma mais rápida a grande demanda de problemas que aumentaram com as chuvas, deixando nas entrelinhas do entendimento que é preciso contratar mais mão de obra, ter uma frota de veículos pesados maior à disposição do setor para suprir os pedidos que, não atendidos, proporcionam muitas reclamações e, até mesmo, revolta. Há quem aponte insistentemente que a Prefeitura deve contratar pedreiros e ajudantes através de empresa terceirizada, realizando licitação para dar suporte à este departamento que, com sua equipe está fazendo serviço desde quarta-feira, dia 16, na Rua Deputado José Afonso, no Jardim do Sol, e tem programado o Bairro do Albanos, a Rua Hélio Nogueira do Amaral, a base para a academia da Terceira Idade no Bosque da Vila Claro, a recuperação de outras cabeceiras de pontes na área rural sem contar os muitos problemas corriqueiros que acontecem diariamente e é feito o deslocamento de um e outro servidor do reduzido departamento de obras.
Ainda no bairro rural dos Albanos outro morador relatou que é preciso que o setor de obras faça o empedramento de um trecho de aproximadamente 10 metros de comprimento por três metros e meio de largura, pois, recentemente, o veículo ficou preso no lamaçal sendo preciso um trator para tirá-lo e, em seguida, ter que passar por um pasto nas imediações.

Texto e fotos: Jornalista Fábio Galhardi
Especial para o npdiarioal al1 al2 al3 al5 al6

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