Colégio defende diversidade

O Colégio Estadual Rui Barbosa, de Jacarezinho mobilizou alunos, professores, servidores e pais de alunos em atividades visando a conscientização da diversidade na escola, sobretudo a consciência negra. Uma equipe multidisciplinar realizou várias atividades envolvendo professores e alunos, onde defendeu a igualdade e o respeito às diferenças.

A professora Adnan de Carvalho, coordenadora do curso Técnico em Enfermagem, mobilizou toda a instituição, por meio de atividades que integram alunos, professores e servidores e mostram a importância da construção de relacionamentos sadios. Segundo ela, a cor da pele, religião ou opção sexual não podem ser empecilhos para o respeito entre as pessoas. “Vivemos em um mundo dinâmico e versátil, onde as mudanças acontecem muito rapidamente. Precisamos um do outro para viver em harmonia. E, para isso, cor da pele, religião ou opção sexual não podem ser fatores geradores de conflitos. Todos somos iguais”, incentiva a professora.

Durante a Semana da Diversidade, várias atividades culturais e recreativas foram realizadas por alunos e professores. Manifestações culturais, como danças afro, jograis e brincadeiras foram formas encontradas para debater o tema entre alunos e professores. Estudantes do curso de Técnico em Enfermagem fizeram apresentação teatral e de danças afro. Um grupo de esportistas apresentou técnicas de capoeira, arte marcial de origem afro. Já os estudantes do curso Técnico em Recursos Humanos apresentaram palestra motivacional e de relacionamento interpessoal.

Para o professor Edemilson Messias dos Santos, do curso Técnico em Recursos Humanos, é importante os alunos desenvolverem atividades visando superar as diferenças sociais, raciais, religiosas ou quaisquer outras que dificultam a construção de relacionamentos interpessoais. “Precisamos construir relacionamentos que nos ajudem a vencer as desigualdades e respeitar as diferenças. No mercado de trabalho, não há espaço para preconceitos. O que nos diferencia é o conhecimento, não a nossa condição social, racial, religiosa ou afetiva. Somos todos iguais”, finaliza o professor.

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