Colégio de Cambará retoma atividades em setembro   

Pedro Lupion, Romanelli e Haggi Neto visitaram estabelecimento de ensino

Os deputados estaduais Pedro Lupion (DEM) e Luiz Cláudio Romanelli (PSB) visitaram na manhã desta sexta-feira,dia quatro,o Colégio Estadual Sílvio Tavares, em Cambará, que teve boa parte de sua estrutura destruída por um incêndio em fevereiro de 2015.

As reformas já foram concluídas e a previsão é de a escola voltar a funcionar a partir do dia 20 de setembro.

Lupion lembrou que a reconstrução do imóvel rendeu diversas reuniões junto ao governo estadual e até idas a Brasília para conseguir os recursos necessários à obra. “Foram várias reuniões e intermediações minhas, do deputado Romanelli e do nosso prefeito José Haggi Neto, junto ao governo estadual para agilizarmos a recuperação do colégio”, disse.

Em julho de 2016, acompanhado da Secretária Estadual de Educação, Ana Seres, Pedro Lupion esteve em Brasília com o ministro da Educação, Mendonça Filho, para explicar a situação  e reivindicar ajuda para a sua reconstrução.

Ano passado, para conclusão da obra, o governador Beto Richa liberou mais de R$ 1,2 milhão, que foram aplicados na recuperação da cobertura do prédio, piso, paredes, parte hidráulica e elétrica.

“Em nome dos funcionários, alunos e comunidade agradecemos ao governador pela importante conquista”, pontuou o parlamentar.

Para Romanelli, a reabertura das atividades do colégio está próxima, o que traz grande alívio às famílias de Cambará. “Esta instituição de Ensino é uma das mais importantes da região, pois atende não só os ensinos fundamental e médio, como também cursos técnicos e outros projetos educacionais. Estamos aqui para conferir o que já foi feito e também para levarmos ao Governo do Estado o que ainda é necessário para que o Colégio volte a exercer sua nobre função: a educação e formação dos jovens e crianças”, afirmou.

A diretora do Colégio, Maria Angela Cegatti, aproveitou a visita dos deputados e do chefe do executivo para reivindicar o mobiliário que a escola vai precisar para voltar a atender aos alunos.

Transtornos – Após o incêndio que destruiu o piso superior do imóvel, a direção do Colégio precisou transferir alunos e até mesmo parte da área administrativa para outros prédios. A prefeitura cedeu um espaço em uma escola municipal, mas de acordo com a direção, embora o socorro tenha sido útil, o outro estabelecimento não era apropriado para receber crianças por causa da quantidade de escadas.

O Colégio Silvio Tavares recebe cerca de 1.2 mil alunos em três períodos.

 

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