Paraná é o primeiro estado a incentivar plantio do bambu

Vai melhorar a comercialização da cultura da gramínea

O governador Carlos Massa Ratinho Júnior (PSD) sancionou nesta segunda-feira, 1º de agosto, a lei 21.162 que incentiva o plantio agrícola e a comercialização da cultura do bambu.

“O Paraná é o primeiro estado, e por isso referência a outros estados, a instituir, através de lei, um ambiente produtivo do bambu que pode ser usado em vários tipos de atividades”, disse o deputado Luiz Cláudio Romanelli (PSD), um dos autores da lei.

O bambu neutraliza as emissões de carbono. “O cultivo do bambu é barato e além de agregar valor na sua cadeia produtiva é uma cultura sustentável que traz benefícios ambientais, econômicos e sociais. Sua oridução pode ser usada desde a onstrução civil até na alimentação”, aponta Romanelli.

O projeto é de autoria ainda da deputada Luciana Rafagnin (PT) e dos deputados Goura (PDT), Reichembach (PSD) e Boca Aberta Junior (Pros).

Potencial – A Abrafibras (Associação Brasileira da Indústria e dos Produtores de Bambu e Fibras Naturais) conversou com os deputados e apontou as potencialidades e a importância na criação de um marco regulatório para estimular o plantio do bambu e ampliar oportunidades de renda no campo. “O bambu pode se tornar uma nova fonte de renda no campo e ter polos de produção nas regiões. É uma planta de fácil manuseio, tem rápido crescimento, não requer fertilizantes e agrotóxicos”, indica a associação.

O Brasil tem mais de 200 espécies de bambu e economicamente, tem potencial como matéria prima para as indústrias da construção civil, da moda, automotiva, naval e aeroespacial, de embalagens e de cosméticos.

O bambu pode integrar programas de combate à fome e a insegurança alimentar, devido ao seu alto teor nutricional. Também pode ser utilizado como fonte de energia e reforça a aplicação da planta para recuperação de áreas degradadas.”Seu plantio integrado, conforme explicou a Abrafibras, não altera a alterar cadeia produtiva já existente nas propriedades rurais”, disse o Primeiro secretário da Alep.

“Esta iniciativa pode beneficiar as pequenas propriedades, criando uma nova fonte de renda para a agricultura familiar. O bambu pode virar matéria prima ou alimento”, afirmou Romanelli.

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