Acaba colheita do feijão na região

CONFIRA DADOS DOS NÚCLEOS DE AGRICULTURA DE JACAREZINHO E CORNÉLIO PROCÓPIO

O Norte Pioneiro está terminando a colheita do feijão da segunda safra. No Paraná, a produção pode atingir 491,2 mil toneladas, volume 83% superior ao da safra passada. A área, estimada em 251,2 mil hectares, é 12% superior. Os dados são do Boletim de Conjuntura Agropecuária elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento.

Na região de Cornélio Procópio, a área estimada para a safra é 251,2 mil hectares, aumento de 12% em relação à safra passada. Se as condições de clima permitirem, o volume projetado poderá chegar a 491,2 mil toneladas, elevação em 83% quando comparada à safra anterior.
Toda a área estimada está plantada e os agricultores já iniciaram a colheita das primeiras áreas no Núcleo Regional procopense, com a expectativa de finalizar a colheita nesta semana.
As lavouras avançaram na fase de desenvolvimento vegetativo, floração, frutificação e maturação.

Conforme dados do Deral/Seab, o preço médio recebido pelos agricultores em março foi R$ 282,98/saca 60 kg do feijão de cores, e R$ 285,84/saca 60 kg do preto.
Os preços da leguminosa no mercado paranaense seguem firmes nos últimos meses. A safra paranaense é estratégica e importante para o abastecimento do mercado nacional do feijão. Estima-se que 34% do total nacional.

A área plantada de feijão na região de Jacarezinho é próxima de 1.200 hectares. A informação é de Fernando Emmanuel, chefe do Núcleo Regional.
O município com maior área é Wenceslau Braz, que tem tradição no plantio dessa cultura, com 300 hectares plantados.
O preço se mantém bom variando de 250 a 300 reais a saca.
A lavoura está sofrendo os efeitos da estiagem, não dando ainda para prever a produção. Ano passado o rendimento por hectare foi de 1,955 Kg.

Com avanço dos trabalhos no campo em todas as regiões produtoras, nesta semana a colheita do feijão chegou a 82% dos 254 mil hectares cultivados no Paraná, e pode ser concluída nos próximos 10 dias. As informações estão no Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Deral, o Departamento de Economia Rural, da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, referente à semana de 7 a 11 de junho.

Com exceção dos últimos dias, quando as chuvas retornaram ao Estado, nas demais semanas o clima colaborou com a colheita, o que resultou em um produto de baixa umidade. Porém, a grande maioria do feijão produzido é de grãos miúdos e de valores mais baixos. Das lavouras que ainda serão colhidas, 49% apresentam condições ruins; 34% médias e apenas 17% boas. Quanto às fases, 10% se encontram em frutificação e 90% em maturação.

feijão tem alto valor nutritivo, principalmente ferro. Existem vários tipos, sendo que os mais comuns: carioquinha, preto, de corda, jalo, branco, rosado, fradinho, rajado e bolinha. É um alimento rico em proteínas vegetais. No país, 70% do consumo é do feijão carioca, 20% feijão preto e 10% do manteiga.

Tecnicamente, os feijões são legumes. Botanicamente, o feijão é classificado em um grupo de alimentos vegetais conhecidos como leguminosas.

 

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