Agronegócio se mantém forte, dizem ruralistas

Lideranças reforçam que o segmento é motriz de emprego e renda no Norte Pioneiro

José Afonso Junior e João Cláudio Gaudêncio, dois dos maiores líderes rurais do Paraná, fizeram visita de cortesia ao Npdiario, em Santo Antônio da Platina, e manifestaram otimismo.

A agropecuária aumenta a contratação de trabalhadores, inclusive com formação superior, em meio a um quadro geral de desemprego, tanto que o número de pessoas ocupadas na área já voltou aos níveis pré-pandemia, de acordo com o que salientam. No terceiro trimestre do ano passado, o número de trabalhadores no campo chegou a 18,9 milhões, um avanço de mais de 10% em relação a um ano antes. Foi, além disso, o mais elevado em seis anos.

O agronegócio tem sido um significativo suporte para o Produto Interno Bruto (PIB), e em 2022, ano em que o ritmo geral da economia deve diminuir, podendo desembocar até numa eventual recessão, o segmento será um dos poucos a mostrar avanço, na opinião dos dois.  E na avaliação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o PIB da agropecuária deve subir 2,4% neste ano, na comparação com 2021.

Os dois produtores acreditam nessa expansão, mesmo com todos os problemas e a prevista instabilidade política por conta das eleições de dois de outubro próximo.

O agronegócio baseia-se na união de diversas atividades. Ele chega a representar um terço do PIB (soma de todas as riquezas) do país. Sendo assim, está ligado várias vertentes.

Junior e Gaudêncio destacam os benefícios com o avanço da tecnologia, ressaltando também Norte Pioneiro precisa transformar mais  os produtos primários do agropecuária e extrativismo em subprodutos. Assim, eles podem ser utilizados no segmento de alimentos industrializados, como frigoríficos e, também, na produção têxtil.

O Brasil apresenta um solo rico, período de chuvas regulares e abundância de água doce, com 388 milhões de hectares de terras férteis para o cultivo.

A dupla, obviamente, vê problemas muito sérios também  como a mudança climática, pandemia, crise hídrica, a mais severa vivida pelo país nos últimos 91 anos. Entretanto, o que ambos insistiram é na necessidade de participação de todas as comunidades nas questões, “a omissão tem que diminuir em todos os setores para que tenhamos mais progresso e desenvolvimento sócio-econômico”, declararam em uníssono.

Fotos: Emerson Chagas/Especial para o Npdiario

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