Encerrado plantio do feijão no Norte Pioneiro

Semeadura de leguminosa chegará a quase 1.700 toneladas na regiã0

O plantio dos 272 mil hectares da segunda safra de feijão no Paraná já está encerrado e a cultura se desenvolve de forma satisfatória em campo, o que leva à expectativa de colheita de 537 mil toneladas. No entanto, março é entressafra, por isso o preço teve elevação nos últimos dias.

A variação tem como causa fatores climáticos descritos no Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária referente à esta semana. O documento foi preparado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

No período , o produtor recebeu, em média, R$ 302,00/sc de 60 kg de feijão de cor, aumento de 10% em comparação à semana passada. Já o feijão preto foi comercializado a R$ 286,00/sc 60 kg, com aumento de 3% diante da semana anterior.

Na opinião dos corretores e cerealistas, esses preços deverão se manter até a entrada da nova safra, apesar da dificuldade de repassar ao varejo, uma vez que o consumo está em baixa.

No Norte Pioneiro, a produção de feijão (Segunda Safra) chegou a 1.662 toneladas, segundo Fernando Emmanuel, Chefe do Núcleo Regional da Seab de Jacarezinho, que abrange 23 municípios.

São cinco mil hectares plantados na região com VBP (Valor Bruto de Produção Agropecuária) projetado para abril, maio e junho preço em alta, no momento R$ 320,00 a saca de 60 quilos.

Praticamente 100 por cento de carioquinha, não se planta feijão preto no NP.

Maiores produtores são Ibaiti 119 hectares, Conselheiro Mairinck 90 ha e Pinhalão 80 hectares.

O órgão integra Curiúva, Figueira, Ibaiti, Jaboti, Japira, Pinhalão, Tomazina, Barra do Jacaré, Cambará, Jacarezinho, Ribeirão Claro, Carlópolis, Joaquim Távora, Quatiguá, Conselheiro Mairinck, Guapirama, Jundiaí do Sul, Santo Antônio da Platina, Salto do Itararé, Santana do Itararé, São José da Boa Vista, Siqueira Campos e Wenceslau Braz.

Originadas em árvores, ervas e trepadeiras, as leguminosas são grãos que nascem em vagens ricas em tecido fibroso. Basicamente, flores se desenvolvem nos caules e se transformam em vagens, que contêm sementes de diferentes tipos, texturas e tamanhos.

O carioca ou carioquinha é a variedade mais consumida no Brasil. E não é sem mérito: além de ser delicioso, seus grãos são ricos em cálcio e ferro, ajudando a combater a anemia, além de conter alto nível de proteínas e de fibras e ainda ajuda no controle do colesterol.

O feijão carioca se chama assim, mas no Rio de Janeiro se come somente feijão preto. É que seu nome foi inspirado em uma raça de porco caipira, e não na cidade do Rio.

O “batismo” surgiu numa propriedade rural de São Paulo, na década de 1970, quando um produtor encontrou uma planta diferente em meio à sua lavoura, uma mutação vistosa, que produzia o dobro das outras. Percebendo os benefícios, levou a semente para um instituto agronômico, a fim de multiplicar e testar o grão. A cor do feijão era a mesma de uma raça de porco caipira, chamada carioca, bastante comum na época e famosa por suas listras espalhadas no corpo. Vendo a semelhança, o agricultor decidiu homenagear o novo feijão com o nome e acabou assim chamada a variedade.

 

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