Estrela é destaque do filme “Tração”

Atriz/Modelo mostra comportamento cordato e simpático e ilumina os sets

“Tração”, a primeira obra cinematográfica a abordar o universo das competições sobre duas rodas no Brasil escolheu o Centro de Treinamento Pro Tork para rodar algumas de suas mais importantes cenas. O elenco e produção ficaram na maior parte do tempo em Siqueira Campos. A famosa atriz/modelo Paola Rodrigues concedeu entrevista exclusiva ao npdiario, na qual comentou sobre sua carreira e a admiração que passou a ter, assim como todos da super produção, do principal patrocinador, a Pro Tork, maior fabricante de motopeças da América Latina e a maior do planeta de capacetes.

Nascida na capital paulista, residiu no Rio de Janeiro. Já ganhou muitos concursos de beleza e foi assistente de palco do Celso Portiolli no Passa ou Repassa, do SBT. Começou a carreira de modelo aos 15 anos, quando foi descoberta em um shopping pela Elite Model. Posteriormente, estudou para tirar o DRT (registro profissional emitido pela Delegacia Regional do Trabalho) e investir na carreira de atriz, iniciada aos 17 anos, quando ingressou em um curso de teatro com o intuito de perder a timidez.

Ganhou notoriedade ao participar do reality show Casa dos Artistas em 2004 .

Foi capa e recheio de uma edição especial da revista Playboy em dezembro de 2004.

Atuou na minissérie Som e Fúria, da Rede Globo. Retornou à televisão em várias campanhas publicitárias, como a personagem Manu do programa “KM de Vantagens” dos Postos Ipiranga e a cliente histérica, que recebe do carteiro, a encomenda da Dafiti. Paralelamente atuou como empresária, possuiu uma agência de modelos e eventos, a By Lucky.

No teatro, esteve em 2006 em O Analista de Bagé e A Super-Fêmea e ainda em 2008 como Cinderella.

Na série O Negócio interpretou Denise; participou do Show do Tom(Cavalcanti) e A Praça é Nossa.

Abaixo, um resumo da conversa da estrela com a reportagem.

Paola, você já conhecia o Norte do Paraná?

Não, é a primeira vez.

Todo mundo aqui diz que a gente é bem receptiva. O que você está achando da sua personagem?

Eu realmente concordo com o que você disse. As pessoas aqui são extremamente receptivas, muito carinhosas. Isso é muito bom. Faz a gente se sentir em casa, apesar do frio. A gente não teve muita sorte porque chegamos no dia em que estava muito frio. Mas, foi muito bom. A gente adorou tudo. Eu amo fazer a minha personagem, Jéssica. Ela me trouxe para um universo que para mim é totalmente novo. Eu nunca tinha subido numa motocicleta e depois da Jéssica eu passei a entender um pouco mais e passei a admirar esse universo.

Você teve de fazer laboratório, onde foi?

Eu comecei a ler muito, a ver mais filmes, documentários do universo motociclista e tal, campeonatos, pessoas que têm motos e entender como é que funciona e me apaixonei, me apaixonei e passei a ter muita admiração. Porque é assim, os motociclistas têm uma lealdade um com outro, você passa e cumprimenta sem conhecer, uma fraternidade. Se você ver uma moto quebrada os outros vão parar. E, se um carro quebra ninguém nunca vai parar para lhe ajudar. Agora, na moto não! Se alguém parar, todos param.

Eu comecei a reparar também que não existe competição. Exemplo: fechou um farol em São Paulo e pá! Para uma moto incrível e um motoboy com uma moto mais simples. Eles não se competem e saem acelerando para mostrar que a minha moto é melhor que a sua. Diferente do carro. O cara para com um carrão, olha para o lado e vê um carro mais simples. Ele olha com desdém e acelera, quer se mostrar. Eu não vejo essa competição entre motos. Eles se cumprimentam de igual para igual e é isso que eu acho incrível.

Você mora onde, tem filhos? Como é a sua vida hoje? O que você está fazendo e que você vai fazer depois? Está se falando, inclusive, em uma sequência desse filme, como é a sua vida cotidiana?

A minha vida é uma loucura! É uma vida cigana. Eu nunca sei o que vai acontecer. Eu nasci em São Paulo, sempre vivi lá. Eu tenho um filho, Noah, de 11 anos. Antes de vir para cá eu estava na Bahia de férias e, depois, daqui eu tenho outro projeto, que é um longa-metragem e aí eu vou para Paraíba e fico em torno de um mês. A minha vida é muito incerta. Eu nunca sei como vai ser e a gente está ansioso para continuar essa gravação que eu sei que vai ser um grande sucesso.

Uma última pergunta: você conhecia ou já tinha ouvido falar da Pro Tork? Qual a sua impressão da empresa?

Eu não conhecia. Mas fiquei completamente admirada com a grandeza, com a seriedade e com a qualidade. Conheci o Marlon (Bonilha, diretor-presidente da Pro Tork) e a família dele, vários funcionários, todos de coração lindo, puro, que receberam a gente com tanto carinho.

Eu vejo a forma como o Marlon trata os funcionários e eu realmente fiquei admirada, porque é uma empresa tão grande… A cidade é praticamente só Pro Tork e a humildade deles todos da família me chamou atenção. E então aí a gente percebe porque as pessoas têm tanto sucesso. É merecido!

Imagens: Sheila Siqueira/Especial para o Npdiario

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