Crime na internet é o maior alerta da Polícia Civil

Dr. Rafael Guimarães divulga os dados estatísticos referentes ao ano de 2021

“A minha maior preocupação atual são os crimes cibernéticos, cujos números de casos têm aumentado nos últimos tempos” . A revelação é do delegado da 38ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Santo Antônio da Platina, Rafael Pereira Gabardo Guimarães, em visita de cortesia ao Npdiario (fotos).

Ele, que está há três anos na cidade, é casado, tem um filho de nove meses e é torcedor do Athetico Paranaense – faz advertências e dá dicas.

Muitas pessoas, em especial, crianças, jovens e idosos, têm danos emocionais por serem obrigadas a assistir conteúdo ilegal e nocivo sem apoio psicológico e desconhecimento jurídico diante das situações.

O delegado divulgou dados através da imagem abaixo:

Orientações são preventivas: habilitar a dupla verificação no Instagram, WhatsApp e Facebook, pois é um mecanismo de segurança que dificulta a ação dos criminosos.

Não clicar em links enviados por e-mail, WhatsApp ou SMS sem ter certeza absoluta que não é link que vai hackear os dados.

Não fornecer dados, senhas por meio de telefone e conversas em aplicativos. Nunca se sabe quem está por trás de determinado perfil ou de pessoa que se apresentando como funcionário de banco, de loja etc.

E em especial, não fazer pagamentos por transferências on-line (PIX) sem você ter certeza que realmente o amigo ou familiar está pedindo. Preferir conversar pessoalmente antes com quem solicita o dinheiro e desconfiar na hora se for passado conta com nome diferente do amigo (normalmente golpistas falam que a conta é de uma pessoa para quem o “amigo” está devendo e na verdade é conta de um laranja usada pelo estelionatário).

Também chama a atenção para as pessoas que se aproximam aparentando querer amizade ou início de relacionamento amoroso nas redes sociais. Muitas vítimas compartilham fotos íntimas e depois passam a ser extorquidas pelos golpistas, “as pessoas estão facilitando demais para os criminosos; é preciso prestar atenção para não ser mais uma vítima”, sublinha.

Finalizando, disse que 2021 “foi um ano conturbado, com imensas dificuldades e grandes perdas que deixaram profundas marcas na nossa equipe(a superintendente Célia Ricardo morreu de Covid-19), porém o trabalho pôde continuar a ser realizado com a dedicação e abnegação dos policiais, graças ao apoio de várias instituições e da comunidade, razão pela qual, externamos agradecimentos às Polícia Militar e Científica, Ministério Público e Poder Judiciário, Conselho Tutelar, Depen, Prefeitura, Imprensa local e população platinense e todos que contribuem para segurança pública”, concluiu.

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