Programa Família Acolhedora em Pinhal, Abatiá e Jundiaí do Sul

Reunião debateu iniciativa

A prefeitura de Ribeirão do Pinhal recebeu nesta quinta-feira (29), no Centro Cultural, gestores municipais, membros e lideranças comunitárias locais, e dos municípios de Abatiá e Jundiaí do Sul para apresentar como se constitui a implantação do Programa Família Acolhedora.

A reunião organizada pela Secretaria Municipal de Assistência Social, com a presença da Assistente Social e Coordenadora do Programa Família Acolhedora da cidade de Cascavel Neuza Eli Figueiredo Cerutti, tornou possível conhecer a proposta e tirar dúvidas quanto à implantação do nos municípios.
O prefeito Wagner Martins afirmou ser de grande importância a implantação do Família Acolhedora para ajudar as crianças e adolescentes num momento tão difícil. “Por mais que a casa abrigo tenha estrutura e bons profissionais, nada substitui a relação humana que acontece numa família, por isso temos nos empenhado para trazer essa nova ideia da Família Acolhedora, para garantir melhores condições às nossas crianças e adolescentes”. Wagner também ressaltou a necessidade do apoio da comunidade. “Esse evento tem objetivo de tirar as dúvidas porque se a comunidade não tiver oportunidade de compreender e abraçar esta ideia, não será possível acontecer de fato”.

A família de acolhimento representa a possibilidade de continuidade da convivência familiar em ambiente sadio para a criança ou adolescente, mas, isso não significa que haverá a integração como filho. Na realidade, a família de apoio assume o papel de parceira no atendimento e na preparação para o retorno da criança ou adolescente à família biológica ou substituta”

Segundo Neuza o Programa Família Acolhedora consiste em cadastrar e capacitar famílias da comunidade para receberem em suas casas, por um período determinado, crianças, adolescentes ou grupos de irmãos em situação de risco pessoal e social, dando-lhes acolhida, amparo, aceitação, amor e a possibilidade de convivência familiar e comunitária. “A família de acolhimento representa a possibilidade de continuidade da convivência familiar em ambiente sadio para a criança ou adolescente. Mas, isto não significa que haverá a integração como filho. Na realidade, a família de apoio assume o papel de parceira no atendimento e na preparação para o retorno da criança ou adolescente à família biológica ou substituta”, pontuou Neuza.
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o serviço é indicado como primeira alternativa após as tentativas de fortalecimento de vínculos familiares (ECA, arts. 19 e 23), afastamento de abusador (ECA, art. 130), ou, colocação em família extensa (ECA, art. 25 e parágrafo único).
Além do prefeito de Ribeirão do Pinhal participaram do evento o prefeito de Abatiá, Nelson Garcia Júnior; o prefeito de Jundiaí do Sul, Eclair Rauen; a vereadora de Santo Antônio da Platina, Miriam Montanheiro; o secretário municipal de Assistência Social de Ribeirão do Pinhal, Carlos Alexandre Braz; a secretária municipal de Assistência Social de Abatiá, Carina Carvalho, a diretora de Assistência Social de Jundiaí do Sul, Laís Fernanda Prestes Abras; o secretário municipal de Assistência Social de Santo Antônio da Platina, Cristiano Benedito Lauro; a presidente do Conselho Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente, Liliane Ribeiro de Souza; o presidente do Conselho Municipal de Assistência Social, José Roberto da Silva; o presidente do Conselho Tutelar de Ribeirão do Pinhal, Valdeci Lourenço de Almeida.

O Programa Família Acolhedora consiste em cadastrar e capacitar famílias da comunidade para receberem em suas casas, por um período determinado, crianças, adolescentes ou grupos de irmãos em situação de risco pessoal e social, dando-lhes acolhida, amparo, aceitação, amor e a possibilidade de convivência familiar e comunitária. A família de acolhimento representa a possibilidade de continuidade da convivência familiar em ambiente sadio para a criança ou adolescente.
Receber uma pessoa em acolhimento provisório não significa integrá-lo como filho. A família de apoio assume o papel de parceira no atendimento e na preparação para o retorno à família biológica ou substituta.
Toda a família acolhedora recebe, por seis meses, período determinado de uma adoção provisória, uma ajuda de custo de um salário mínimo. A maioria das crianças e adolescentes que participam do programa retorna aos seus lares, após o período de acolhimento em lares substitutos.
Cada família acolhedora deverá acolher uma criança/adolescente por vez, exceto quando se tratar de grupo de irmãos, quando esse número poderá ser ampliado. Casais, mulheres e homens solteiros podem ser acolhedores. As famílias acolhedoras são selecionadas, capacitadas e acompanhadas pela equipe técnica do Serviço de Acolhimento.

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