Campanha da Fraternidade: promotora exorta participação na política

Defende valores familiares

Aconteceu nas dependências do Salão Paroquial São Rafael, na paróquia do Santuário de Santa Terezinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, o Fórum Diocesano sobre a Campanha da Fraternidade 2019, cujo tema é “Fraternidade e Políticas Públicas” e o lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça – (Is 1,27)”.
A campanha é promovida todos os anos pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

O recente evento contou com a palestra da coordenadora do Grupo Especializado na Proteção do Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria), Kele Cristiani Diogo Bahena (foto) :”os cristão devem fazer aquilo que vivem nas igrejas, a população deve fiscalizar a ajudar as ações do governo”, afirmou.

Em entrevista à rádio Cabiuna, ela defendeu ações de governo voltadas aos mais necessitados, idosos, pobres, enfermos, drogados, alcoólatras,”precisamos ter fé e exercer essa fé viva, participante, isso não é pecado; fé e política podem ser vivenciadas pelos cristãos autênticos, na sociedade, família, escola. em todos os meios, com um olhar para o próximo, dirigido, para toda a comunidade”, declarou.

Defendeu “mais empenho para a saúde pública, educação de qualidade, isso não é responsabilidade somente dos gestores,só do Estado, a população tem que participar seja na vida escolar, no trabalho… Só reclamar e dizer ‘não gosto de politica’, acaba deixando para os aventureiros,eu penso que devo sempre ser mais cidadã”.


A promotora exortou a todos para não se omitirem e criticou as redes sociais e a televisão, “hoje músicas, novelas, seriados, vídeos pregam sexo desmedido, falta de amor, a sociedade não se mobiliza contra, a criança é um ser em formação, ficam alheias aos valores, por isso a sexualidade precoce e os transtornos morais e psicológicos. As pessoas não querem participar de conselhos municipais nem de audiências públicas”.

Também comentou as diferenças entre as gerações e a atual e futura, que “reclamam muito, mas não tem profundidade, vive alienada no Whatsapp, notícias fakes no Facebook, estão anestesiadas, acham que não  existem os invisíveis sociais,os doentes, presos, miseráveis. Temos que mudar esse paradigma, esse modelo familiar. Hoje, as pessoas não conversam e sim mandam mensagens (…); nós que somos igreja e cristãos temos que reavivar esses valores”.

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