Siqueira Campos investe R$ 7 milhões na Saúde

Segundo Wilha Galdino, secretário municipal de Saúde, há três anos, em Siqueira Campos, “os investimentos na Saúde vêm subindo a cada ano, mas tamanha é a demanda para atender toda a população. A lei federal prevê um investimento mínimo de 15% do orçamento do município para a Saúde, entretanto, em Siqueira Campos o prefeito Fabiano Lopes Bueno, o Bí, sempre investiu mais, chegando aos índices de 19,5% ,em 2013, 20,6% em 2014 e de 21,1%, em 2015. O montante investido em reais no ano de 2015 ultrapassou a casa dos sete milhões”, destacou.

Os sete milhões supriram os seguintes procedimentos abaixo:

Atendimentos:
– 4.660 consultas por mês entre Posto de Saúde Central e nas Unidades de Saúde da Família dos Bairros Urbanos e Rurais, nas mais diversas especialidades: Clinico Geral, Obstetra, Ginecologista, Saúde Mental, Mastologista, Ortopedista, Geriatra e Dermatologista, suprindo 100% dos atendimentos básicos;
– 1.440 atendimentos através de convênios com CISNORPI (SUS) em Jacarezinho, para atendimentos de média complexidade, Cardiologia em Arapongas e atendimentos de alta complexidade em Londrina, Curitiba e Região Metropolitana e
– R$ 140 mil mensais são repassados a Santa Casa para manutenção do Pronto Atendimento, para atendimentos de urgência e emergência, os quais segundo o Presidente da instituição chega a atender uma média de 150 pacientes dia.

Exames
– 1720 exames em média são realizados pelo próprio município no Posto Central, sendo eles nas áreas de ultrasonografia, eletrocardigrama, exames de sangue e outros.

Frota:
– dois micro ônibus de 33 lugares zero km;
– quatro veículos;
– uma mini van de sete lugares;
– duas ambulâncias e
– uma van de 16 lugares zero km.
* Todos os veículos adquiridos na atual administração

Rémedios:
– 92% dos pacientes recebem remédios na Farmácia Básica, sendo que o município recebe lotes de medicamentos básicos do Estado através do Consórcio Paraná Saúde e do Governo Federal pelo Programa de Assistência Farmacêutica e Farmácia Popular. Os Medicamentos se dividem em remédios de alto custo e básicos constantes da Rename, mas nem sempre são suficientes.
Deixando um grande compromisso a ser cumprido pelo município, que investe mensalmente na compra de medicamentos um valor na casa de R$ 30 mil reais, de forma complementar para atender as demandas.

Vacinas:
As vacinas são disponibilizados atendendo o Calendário Nacional de Imunização que é destinado para crianças, idosos e gestantes, sendo de responsabilidade do Governo Federal o envio destas vacinas em contrapartida com os Estados.

Especialidades:
– 1040 atendimentos odontológicos são realizados por mês nas quatro unidades do município, sendo duas na zona urbana e duas na zona rural nos períodos da manhã, tarde e noite, sendo que o período noturno é exclusivo para trabalhadores.
– 640 atendimentos fisioterapeuticos são realizados aos pacientes entre clínica e domiciliar.

Campanhas:
– Desde 2013, o Departamento Municipal de Saúde vem desenvolvendo campanhas em todo o decorrer do ano, além das campanhas vacinais, todos os anos foram realizadas a já tradicional Campanha de Saúde do Homem (Agosto Azul), Campanha Saúde na Estrada (em parceria com a Rede Ipiranga), Campanha Saúde da Mulher Outubro Rosa, Campanha de Combate as Violências Intra-Familiares e Prevenção de Acidentes, Campanha Novo Sorriso Siqueirense em prol a Saúde Bucal, Campanha Barraca da Saúde na Festa de Agosto. Contabilizando nos anos de 2013, 2014 e 2015 cerca de 10 mil atendimentos, com a realização de exames, palestras, ações e prevenção em saúde.
Campanha de Combate a Dengue está sendo realizada no município, a equipe de endemias trabalha com material didático, explicativo e educativo, além informações por rádio e agora contando com um canal de comunicação, o Disk foco (3571.2664) que é um telefone fixo onde as pessoas podem ligar e informar locais com focos ou suspeitas do foco.
Em 2015, Siqueira Campos teve 126 casos de dengue confirmados e nenhuma morte, em 2016 ainda não tivemos nenhum caso, mas os focos cresceram e em grande parte pela falta de conscientização. Para tanto foi criada uma Lei municipal n 1.081/2015 onde regulamenta a forma de atuação das equipes perante as dificuldades de acesso a residências, terrenos e empresas por conta dos proprietários. A lei condiciona multas que variam de um a cinco. Os membros da vigilância sanitária e os fiscais de obras e postura serão os responsáveis por fiscalizar e acompanhar as visitas.

 

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