Casal sequestrado por bando; ex-advogado acha que marido também foi executado

 

Nenhuma descrição disponível.

Mistério da morte aumenta e polícia trabalha com várias possibilidades

Samuel Rodrigo de Morais (foto com tatuagem no pescoço) foragido desde 2018 acusado de tráfico de drogas , continua desaparecido. Abaixo, reprodução do mandado de prisão de 2018 assinado pelo juiz Júlio César Michelucci Tanga, de Santo Antônio da Platina, onde o jovem também morou e responderia por tráfico de drogas.

Na foto, conseguida com a Polícia Civil do Paraná, ele tinha cerca de 24 anos, hoje tem 27.

 

 

 

O corpo de Isabelle Breves (fotos) permanece no Instituto Médico Legal de Jacarezinho. A família dela pretendia buscá-lo  para o enterro, mas o juiz de Direito de Siqueira Campos, onde corre o inquérito sobre o assassinato da menina de 17 anos, não assinou o Alvará.

O corpo foi achado em adiantado estado de decomposição na represa de Xavantes, perto da zona urbana de Carlópolis em torno de 17h50m de quinta-feira, dia 18 de fevereiro, e identificado por familiares numa manhã de sábado.  A adolescente residia em Siqueira Campos e vivia com Samuel por um tempo não precisado.

A garota foi assassinada antes ou jogada ainda com viva na água, pois as mãos estavam amarradas atrás do corpo e com arames e telas envolvendo pernas e dorso indicando que não poderia nadar ou se salvar. A Polícia Civil trabalha com várias possibilidades para descobrir a autoria do que pode ser também feminicídio. Não revelou, obviamente, os detalhes justamente para não atrapalhar a investigação.

 

 

Juciel Correa (fotos), 30 anos,  que foi advogado de Samuel Rodrigo de Moraes , marido de Isabelle, visitou o npdiario em Santo Antônio da Platina e fez revelações relevantes, como o sequestro dos dois e possível  execução também do rapaz.

Em 2018 e 2019 , dr.Juciel atendeu familiares de Samuel (acusado de tráfico) como advogado e, mais recentemente, em janeiro de 2021, quando ele e a adolescente foram sequestrados por bandidos da residência do casal, em Siqueira Campos.

“Meu cliente não tinha o perfil de assassino e acho muito difícil o feminicídio. O mais provável é que tenha sido morto pelo bando – junto com ela ou separado – por dívidas de drogas”, avaliou.

Acha, inclusive, que estaria pensando em se regenerar.

Quando do sequestro e eventual  execução do casal  havia pretensos pedidos de resgate de uma suposta dívida (até hoje não confirmada) de 40 mil reais de entorpecentes.

Isabelle foi reconhecida por parente por causa de uma tatuagem. Um Raio-X da arcada dentária dela também foi encaminhada pela Polícia Civil siqueirense ao Instituto Médico Legal de Jacarezinho, que ainda não chegou a uma resultado conclusivo sobre a identificação oficial do cadáver encontrado na represa Xavantes, em Carlópolis.

O delegado Juliano Fonseca preside o inquérito policial sobre o caso.

 

Nenhuma descrição disponível.

npdiario conversou com o pai da vítima, Claudinir. Ele contou que a moça, que completaria 18 anos no dia 11 de abril, estava “amigada” com um elemento “perigoso e marginal”, que, inclusive, permanece foragido, “ela não fazia nada de errado, mas se envolveu com esse bandido”, disse o genitor para a reportagem.

Familiares de Isabelle em Siqueira Campos e Santo Antônio da Platina entraram em contato com o npdiario e alguns garantiram que a moça era a líder de uma quadrilha e o rapaz foragido, embora tenha culpa também, não seria perigoso e teria sido envolvido na situação. Outra versão seria que os dois teriam sido sequestrados por elementos que exigiam pagamento por dívidas de drogas. Nada confirmado até o momento.

O caso segue ainda sem desfecho.

Nenhuma descrição disponível.

 

 

 

Você terminou a leitura, navegue pelas nossas notícias a seguir

Categorias e tags

Compartilhar essa notícia

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin
Share on print
Share on email
Share on whatsapp

Siga-nos

Escrever um comentário

Pesquisar

Digite abaixo o que deseja encontrar e clique em pesquisar.